terça-feira, 29 de novembro de 2016

ATIVIDADES PIBID UENP-CLM BIOLOGIA 2 SEMESTRE 2016 - GRUPO 4

                       ATIVIDADES PIBID UENP-CLM BIOLOGIA 2 SEMESTRE 2016
                                                     
                                                                  GRUPO 4


DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZYCA

Por: Flávia Briti, Mathilde Tiellen, Mayara Pozza, Danley Greg e Guilherme Almeida.
Série: 7° ano vespertino
Escola: Colégio Estadual Professor Mailon Medeiros

Conteúdos:
Foi desenvolvido no dia 04 de outubro de 2016, o primeiro encontro do segundo semestre de 2016 do Pibid, com o tema “Dengue, Chikungunya e Zika” a atividade teve duração de 1 hora e 40 minutos e abordamos com os alunos aspectos gerais das doenças, diferenciando-as e dando enfoque nas formas de prevenção com diversas experiências.
A atividade se iniciou com a apresentação dos pibibidianos e alunos com o intuito de conhecer cada individuo que ali estava presente, após isso, os questionários foram aplicados para avaliarmos o conhecimento prévio do aluno sobre o tema que seria trabalhado, em seguida a aula foi aplicada de forma expositiva e dialogada onde os conteúdos abordados foram Conceitos gerais das doenças (Dengue, Chicungunya e Zika), Foco na cidade (região de maior predominância), Dados da vigilância sanitária de Bandeirantes – PR, Habitat do vetor e Prevenção. Usando como recurso didático equipamento multimídia com diversas imagens ilustrativas para chamar a atenção dos alunos.

Objetivos:
Os objetivos do encontro se basearam em possibilitar aos alunos o entendimento, compreensão, e a importância dos conceitos básicos de Dengue, Chikungunya e Zika e preservação, focando os princípios de conscientização e prevenção.

Experiência:
Para abordar os conteúdos de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula expositiva dialogada, os Pibidianos elaboraram atividades práticas, que foram dirigidas durante a aula.
A pratica do repelente caseiro não foi realizado totalmente no dia da atividade, pois havia ser preparada a mistura de todos os ingredientes dias antes, então consistiu na distribuição de pequenos frascos do repelente caseiro para cada aluno juntamente com a receita (Anexo1) contendo o passo a passo do processo de confecção do repelente. Outra pratica foi à construção de uma armadilha contra mosquitos “mosquiteca” (Anexo2) onde cada grupo composto de 5 alunos puderam construir uma mosquiteca; Estas atividades lúdicas ofereceu aos alunos conhecerem diversos modos de prevenção contra o mosquito aedes aegypti, além de proporcionar uma aula mais dinâmica e interativa, onde foi possível observar, de acordo com as respostas dos questionários, que se obteve um resultado satisfatório.

Anexo 1
Receita do Repelente Caseiro
Ingredientes:
500 ml de álcool de cereais;
10 g de cravo-da-índia;
100 ml de óleo de amêndoas, mineral ou outro qualquer.

Modo de preparo
Coloque o álcool e o cravo da índia num frasco escuro com tampa ao abrigo da luz por 4 dias. Mexa esta mistura 2 vezes por dia, de manhã e à noite. Coe e junte o óleo 9acorporal, agitando ligeiramente. Coloque o repelente num recipiente spray e aplique na pele diariamente.

Como usar o repelente caseiro
Pulverize o repelente caseiro em toda região do corpo exposta ao mosquito, como braços, rosto e pernas, e reaplique o repelente sempre que praticar esporte, suar ou molhar-se. O tempo de duração do repelente na pele é de 3 horas, após este período ele deve ser reaplicado em toda a pele sujeita a picadas.

Outra orientação importante é pulverizar este repelente também por cima das roupas porque o ferrão do mosquito pode atravessar tecidos muito finos, chegando a pele.
Aplicar esta loção nas superfícies que costumam ter formigas também é uma ótima forma de afastá-las. Mas, se as formigas costumam ficar no açúcar, o que se pode fazer é colocar algumas unidades de cravo da índia dentro do açucareiro.

Anexo 2

Uma armadilha para o mosquito da dengue

Montagem da armadilha - A Mosquiteca:

A Mosquiteca foi inventada pelo professor Maulori Cabral, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com biólogos da Fiocruz. Foi testada e realmente funciona:

1. Pegue uma garrafa pet de 2 litros (ou de um litro e meio).
2. Corte a parte superior para fazer uma espécie de funil:
3. Corte cerca de 10 cm da garrafa, mais ou menos no meio dela, preservando a parte inferior:
4. Lixe a parte interna do pedaço superior da garrafa, onde se localiza o bocal ou abertura. Pode ser utilizada uma lixa para madeira, granulação 60, 100 ou 120. O objetivo é deixar a superfície interna bem áspera, em toda a sua extensão:
5. Utilizando como "anel" uma parte da tampa da garrafa, feche o bocal com um pedaço de microtule dobrado. Atenção: o tule comum, utilizado em véus de noiva, não serve, pois os buracos da trama são muito largos:
6. Amasse cinco grãos de arroz, alpiste ou ração para gatos e coloque-os dentro da parte inferior da garrafa.
7. Uma e sele as duas partes, conforme a figura, usando fita isolante:
8. Está pronta a armadilha para a fêmea do mosquito transmissor da dengue:
9. Coloque água limpa, deixando um espaço de 3 cm entre a água e o bocal. Complete a água à medida que ela evaporar.
10. Coloque a armadilha no quintal ou onde ficam os mosquitos. É necessário ser um local
sombreado, pois as fêmeas do mosquito não gostam de sol.
11. Para colocar os seus ovos, a fêmea do mosquito verifica onde está havendo evaporação de água.
12. Por que é necessário lixar o "funil"? - A superfície fica corrugada e, assim, a água sobe por capilaridade, aumentando a taxa de evaporação e atraindo mais facilmente a fêmea do mosquito Ades Aegypti.
13. Por que é necessário colocar os grãos de arroz ou alpiste amassados? e- A fêmea só põe ovos onde ela identifica que a água possui alimento para as larvas.
14. Os ovos descerão pelos buracos da tela e ficarão na parte inferior do recipiente. A tela não permite que as larvas passem para a parte superior do recipiente. Se a tela estiver rasgada ou se os buracos da trama forem largos demais, ao invés de uma armadilha estaremos fazendo um criadouro para o mosquito.
15. A parte inferior da armadilha deve ser esvaziada periodicamente. As larvas podem ser mortas com cloro.
16. O mosquito adulto vive de 30 a 35 dias - e as fêmeas põem 100 ovos, de quatro a seis vezes, nesse período, sempre em locais com água limpa e parada. Se não encontra recipientes apropriados para depositar seus ovos, a fêmea pode voar distâncias de até três quilômetros, até localizar um ponto que considere ideal. Um ovo pode sobreviver até 450 dias - um ano e dois meses -, mesmo que o local em que ele foi depositado fique seco. Se esse local receber água novamente - por meio da chuva, por exemplo -, o ovo volta a ficar ativo, podendo se transformar em larva e, depois, em pupa, atingindo a fase adulta num prazo curtíssimo: de dois a três dias.
QUESTIONÁRIO:

1.    Em quais condições deve estar a água para o mosquito da dengue se reproduzir?
a)    Somente em água limpa, desde que esteja parada e por volta dos 20ºC.
b)    Somente água suja, desde que esteja parada e por volta dos 40ºC.
c)    Em água suja ou limpa, desde que esteja parada e fria, menos de 20º.
d)    Em água suja ou limpa, desde que esteja parada, por volta dos 30ºC .

2.    Como reconhecer o mosquito da Dengue?
a)    É preto, com listras bancas no corpo, cabeça e pernas, além de ser pequeno.
b)    É preto, com listras brancas só nas pernas, além de ser um mosquito grande.
c)    É preto, com as pernas e cabeça brancas, além de ser um mosquito pequeno.
d)    É preto, com listras brancas no corpo, cabeça e pernas, além de ser grande.

3.    A melhor maneira de combater a Dengue é evitando:
a)    O contato com a água corrente, como rios e correntezas no verão.
b)    O acúmulo de água, em latas, pneus velhos, vasos, entre outros.
c)    Ingerir água que não foi tratada, principalmente aquelas sem cloro.
d)    O acúmulo só de água suja, pois o mosquito se reproduz nesta.


                                                                  FOTOS:





MOSQUITECA




ESQUISTOSSOMOSE

Por: Flávia Briti, Guilherme Almeida, Mayara Pozza, Danley Greg, Mathilde Tiellen.
Escola: Cecília Meireles
Série: 9 ano
Dados da vigilância:
4 casos em 2015
Sem casos em 2016

Conteúdos:
   Foi desenvolvido no dia 04 de outubro de 2016, o encontro com o nono ano no colégio Cecília Meireles com atividade expositiva, contendo uma dinâmica, com intuito da interação entre os alunos e os professores. O material metodológico foi sendo estudado, desde quando houve o tema pautado (esquistossomose).
   A atividade teve início com uma dinâmica com a proposta de conhecer cada indivíduo que ali estava presente, foi então feito um círculo e com um fósforo aceso descreviam características, seu nome, idade, entre outros até que o mesmo se apagasse.
   Foi apresentada e explicada à parte teórica sobre o tema com o auxílio do equipamento de multimídia. O tema dessa atividade foi “esquistossomose” sendo abordados os conteúdos: ciclo da esquistossomose alguns conceitos gerais abordando a causa, nome popular, sintomas, alguns dados da vigilância, importância do saneamento básico, prevenção.

Objetivos:
   Os objetivos do encontro basearam em possibilitar aos alunos o entendimento, e compreensão sobre os danos que esse animal pode causar, focando na conscientização e prevenção desse animal.

Experiência:
   Nos como professores para abordar o conteúdo de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula aplicamos atividades pratica para melhor interação com os alunos. Como prática foi mostrado o caramujo para que conseguissem identificar e memorizar alguns conceitos aplicados em aula. Logo em seguida aplicamos um caça-palavra para que os alunos pudessem reforçar o que foi aprendido.
   Além de aplicarmos um questionário prévio e posterior para avaliar de acordo com as resposta o desempenho dos alunos como segue o gráfico abaixo.

QUESTIONÁRIO:
1.    O vetor da Esquistossomose é o Schistosoma mansoni. Qual animal é seu hospedeiro intermediário (auxilia sua reprodução)?
a)    Caramujo.
b)    Mosquito.
c)    Aves.
d)    Cães e gatos.

2.    Quando o parasita passa a habitar no interior do hospedeiro definitivo (Homem), ele pode se fixar em quais órgão?
a)    Pulmão, fígado ou bexiga.
b)    Fígado, bexiga ou intestino.
c)    Intestino, coração ou fígado.
d)    Bexiga, estômago ou rins.

3.    O que deve ser feito para prevenir a doença?
a)    Saneamento básico adequado, além do combate aos caramujos.
b)    Tratamento de esgoto adequado, além do combate aos mosquitos.
c)    Água tratada, além do combate a animais silvestres, como aves.
d)    Evitar contato com animais infectados ou que não sejam vacinados.





FOTOS:



CARAMUJO BIOMPHALARIA


TOXOPLASMOSE

Por: Flávia Briti, Mathilde Tiellen, Mayara Pozza, Danley Greg e Guilherme Almeida.
Série: 7°/8° ano matutino
Escola: Colégio Estadual Cecilia Meireles

Conteúdos:
Foi desenvolvido no dia 04 de outubro de 2016 o encontro na escola cecilia meireles com o tema “toxoplasmose” a atividade teve duração de 1 hora e 40 minutos e abordamos com os alunos aspectos gerais das doenças, diferenciando-as e dando enfoque nas formas de prevenção com diversas experiências.
A atividade se iniciou com uma dinâmica de integração “Fale até queimar” onde todos se posicionamos em círculo e um palito de fósforo não usado foi distribuído a cada um; Seguindo uma ordem, na sua vez, solicitou que o participante riscasse o fósforo e enquanto ele estivesse acesso, a pessoa dizia seu nome, qualidades e defeitos que possui, a pratica teve o intuito de conhecer cada individuo que ali estava presente, após isso, os questionários foram aplicados para avaliarmos o conhecimento prévio do aluno sobre o tema que seria trabalhado, e em seguida a aula foi aplicada de forma expositiva e dialogada onde os conteúdos abordados foram, Introdução à Toxoplasmose, Ciclo de Vida, Morfologia e Habitat do protozoário, Sintomas, Prevenção,Importância da higiene pessoal e Dados da vigilância sanitária de Bandeirantes-PR; Usando como recurso didático equipamento multimídia com diversas imagens ilustrativas para chamar a atenção dos alunos.

Objetivos:
Os objetivos do encontro se basearam em possibilitar aos alunos o entendimento, compreensão, e a importância dos conceitos básicos sobra a Toxoplasmose, focando nos princípios de conscientização e prevenção.

Experiência:
Para abordar os conteúdos de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula expositiva dialogada, além de uma dinâmica de apresentação entre os alunos participantes e os docentes, elaboraram uma atividade prática, que foi dirigida no final da aula.
A pratica do “Campo minado da toxoplasmose” consistiu primeiramente na divisão da sala em 3 grupos, assim cada grupo  escolhia uma letra e um numero do campo minado onde tinha a chance de responder uma pergunta sobre a toxoplasmose e somar 1 ponto para sua équite ou o de achar uma bomba e passar a vez para o grupo adversário; Esta atividade lúdica ofereceu aos alunos um conhecimento sobre a toxoplasmose, além de proporcionar uma aula mais dinâmica e interativa, onde foi possível observar, de acordo com as respostas dos questionários, que se obteve um resultado satisfatório.



QUESTIONÁRIO:
1- Sobre a Toxoplasmose é CORRETO afirmar que:
(a) Os felinos e o homem são os hospedeiros definitivos
(b) A contaminação é feita pela picada do mosquito Aedes aegypti
(c) É causada por um protozoário
(d) No calor é a melhor época de se contrair a doença

2- Qual a melhor maneira de se prevenir contra o Toxoplasma Gondii?
(a) Estar com as vacinas em dia e beber bastante água
(b) Evitar o consumo de carne mal passada e sempre lavar seus alimentos
(c) Não possuir animais de estimação em casa
(d) Não lavar as mãos e evitar consumo de carnes

3- Quem é o hospedeiro definitivo da Toxoplasmose?
(a) Gatos
(b) Cachorros
(c) Homem
(d) Gavião




FOTOS:









ANIMAIS PEÇONHENTOS: ESCORPIÃO

Por: Flávia Briti, Guilherme Almeida, Mayara Pozza, Danley Greg, Mathilde Tiellen.
Escola: Mailon Medeiros
Série: 6 ano
Dados da vigilância:
66 ocorridos em 2015
39 ocorridos em 2016

Conteúdos:
   Foi desenvolvido no dia 01 de novembro de 2016, o encontro com o sexto ano no colégio Mailon Medeiros com atividade expositiva, contendo uma dinâmica, com intuito da interação entre os alunos e os professores. O material metodológico foi sendo estudado, desde quando houve o tema pautado (escorpião amarelo).
   A atividade teve início com uma dinâmica com a proposta de conhecer cada indivíduo que ali estava presente, foi então feito um círculo e com um fósforo aceso descreviam características, seu nome, idade, entre outros até que o mesmo se apagasse.
   Foi apresentada e explicada à parte teórica sobre o tema com o auxílio do equipamento de multimídia. O tema dessa atividade foi “escorpião” sendo abordados os conteúdos: como esse chegou e se estabeleceu na cidade de Bandeirantes-PR, como identificar um escorpião amarelo, onde fica seu veneno, como ele pratica sua defesa, onde eles são encontrados, alimentação, casos em Banderantes-PR, dados da vigilância sanitária, localidades mais endêmicas,sintomas, o que fazer caso leve picada desse animal,prevenção.

Objetivos:
   Os objetivos do encontro basearam em possibilitar aos alunos o entendimento, e compreensão sobre os danos que esse animal pode causar, focando na conscientização e prevenção desse animal.

Experiência:
   Nos como professores para abordar o conteúdo de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula aplicamos atividades pratica para melhor interação com os alunos. Como prática foi mostrado o escorpião para que os alunos conseguissem identificar e memorizar alguns conceitos aplicados em aula. Logo em seguida aplicamos um quebra cabeça para que os alunos pudessem identificam ainda melhor esse animal.
    Além de aplicarmos um questionário prévio e posterior para avaliar de acordo com as resposta o desempenho dos alunos como segue o gráfico abaixo.

QUESTIONÁRIO:
1.    Qual escorpião causa mais acidentes em Bandeirantes?
a)    Escorpião marrom
b)    Escorpião amarelo
c)    Escorpião preto
d)    Escorpião do nordeste.

2.    O que fazer em caso de picada de escorpião?
a)    Lavar a picada e procurar o hospital mais próximo.
b)    Tomar relaxantes musculares e ir ao médico.
c)    Lavar a picada e tomar relaxantes musculares.
d)    Passar pomada para aliviar a dor e ir ao médico.

3.    Quais os sintomas da picada do escorpião amarelo?
a)    Fortes dores no local, tontura, suor e salivação em excesso e náuseas.
b)    Dores no corpo, tontura, falta de ar, diarreia e sonolência e fome.
c)    Fortes dores no local, dores nas costas, sonolência e lentidão.
d)    Dores no corpo, falta de ar, suor e salivação, náuseas, e desordem mental.




FOTOS:











FEBRE MACULOSA

Por: Danley Greg, Flávia Briti, Guilherme Almeida, Mayara Pozza e Mathilde Tiellen.
Escola: Colégio Estadual Cecília Meireles
Série: 8 ano. 

Conteúdos:
O quinto encontro ocorreu no dia 08/11, e os conteúdos desta aula abrangeram: Conceitos gerais; agente transmissor; dados da vigilância sanitária; habitat do vetor e prevenção. De começo fizemos a dinâmica do fósforo, aonde os alunos riscavam o fósforo e falavam sobre si até o mesmo apagar, para que assim todos se conhecessem e fizessem da aula, mais dinâmica e comunicativa.
Depois o primeiro assunto foi com relação a alguns conceitos importantes, como por exemplo, o nome popular da doença, significados de vetor, hospedeiro intermediário e definitivo, para que assim no decorrer da aula, conforme essas palavras chaves eram abordadas, eles pudessem ter uma melhor compreensão do que foi dito. Na seqüência foi falado sobre a bactéria Rickettsia rickettsii e sobre o agente transmissor que no caso era o carrapato estrela, sendo assim deixamos bem claro aos alunos todas as características do mesmo como exemplo, o sexo do carrapato, pois com essa informação se evita a disseminação de novos descendentes a partir de uma fêmea que pode gerar até 5.000 novos carrapatos.
Em seguida foi citada a questão do habitat em que o carrapato é encontrado normalmente, que é em lugares de bastante arvores, com lagos e mata fechada, associando isso ao fato de se encontrar mais carrapatos hoje em dia em capivaras, e não em animais domésticos e de grande porte que também podem servir de hospedeiro para o carrapato ou de reservatório. Continuando a aula, falamos sobre alguns tópicos importantes como o contágio, a cura e os sintomas da doença que vão desde a febre alta á dores no corpo e manchas avermelhadas. Finalizando a aula, citamos os métodos de prevenção dando por fim os dados da vigilância sanitária que em bandeirantes foi registrado 1 morte por febre maculosa.

Objetivos:
Compreender quais riscos a febre maculosa apresenta, e assim aprender a se prevenir de tal doença, mostrando os dados da vigilância sanitária a fim de informar a quantidade de casos na região e conhecer o vetor da doença (carrapato) e quais locais estes se abrigam, a fim de informar os alunos sobre a melhor forma de eliminá-los.

Experiência:
Foi aplicado 2 atividades: Campo minado e jogo de cartas. Como havia 10 alunos, dividimos a sala em 3 grupos, sendo dois deles de 3 pessoas e um deles de 4. No campo minado foram feitas 20 perguntas sobre a aula. Basicamente os alunos escolhiam uma letra e um número, de acordo com o que escolhiam podiam pegar uma bomba e não pontuar, ou pegar uma pergunta sobre a aula e fazer um ponto a cada pergunta correta. O grupo com mais pontos ganharia, e como prêmio levamos alguma balas para incentivar a participação de todos. E o jogo de carta falava sobre alguns conceitos importantes da aula, como a prevenção, sintomas, e etc. As duas praticas em si, abordavam de maneira divertida o que foi dito aula, fazendo o aluno ter uma maior absorção do conteúdo trabalhado. Levamos também alguns exemplares de carrapatos nos seus três estágios, (larva, ninfa, adulto) para que assim eles pudessem ter uma visão bem clara, podendo diferenciar um do outro.
Além de aplicar um questionário prévio com três perguntas que tem como intenção ver o que o aluno conhece em relação ao tema dado, para que depois ao final da aula fosse aplicado um mesmo questionário para que assim pudéssemos ver o que foi aprendido e diante disso analisar se houve uma mudança significativa no aprendizado. 


QUESTIONÁRIO:

1.    Qual o vetor da Febre Maculosa?
a)    Carrapatos
b)    Mosquitos
c)    Escorpiões
d)    Aranhas

2.    Complete:
“Febre maculosa brasileira é uma doença transmitida pelo ___________________    pela bactéria Rickettsia rickettsii. Esse ____________ ____ pode ser encontrado em animais de grande porte (bois cavalos, etc.), ou em _________________________. É especialmente encontrado na _________________ o maior de todos os reservatórios naturais. ”
Assinale a alternativa que contém as palavras que completam o enunciado a cima:
a)    Mosquitos infectados, mosquito, animais domésticos, capivara.
b)    Escorpiões infectados, escorpiões, animais selvagens, capivara.
c)    Aranhas infectadas, aranhas, animais selvagens, capivara.
d)    Carrapatos infectados, carrapatos, animais domésticos, capivara.

3.    A Febre maculosa é popularmente conhecida como:
a)    Doença do escorpião.
b)    Doença do carrapato.
c)    Febre do mosquito.
d)    Doença da aranha. 


FOTOS:







LEISHMANIOSE

 Por: Danley Greg, Flávia Briti, Guilherme Almeida, Mayara Pozza e Mathilde Tiellen.
Escola: Mailon Ribeiros
Série: 3° Ano do ensino médio

Conteúdos:
O sexto encontro ocorreu no dia 15 de novembro de 2016, os conteúdos da aula abordaram os seguintes temas: Conceitos gerais; Distinguir: Leishmaniose Visceral e Leishmaniose Tegumentar; Dados da vigilância sanitária; Habitat do vetor; Prevenção. De princípio nos apresentamos à sala, e depois começamos a aula.
Primeiro falamos um pouco sobre a leishmania, um parasita unicelular obrigatório, e qual é seu transmissor, o mosquito flebotomíneos do gênero Lutzomia (mosquito palha). Diferenciamos a fêmea do macho do mosquito palha, aonde o macho tem uma cauda bifurcada, podendo assim ter uma melhor compreensão, pois é a fêmea do mosquito é a responsável pela transmissão da doença. Em seguida esquematizamos a transmissão e falamos sobre a ação do parasita no organismo, que no caso ataca as células macrofágos, responsáveis pela defesa do sistema imunológico. Na seqüência expomos as formas morfológicas do parasita (amastigota, promastigota) para que depois eles conseguissem entender o ciclo da doença e saber qual é a forma infectante em cada individuo. Finalizando uma parte dizendo aonde o mosquito é normalmente encontrado, e o que o atrai, podendo assim de alguma forma se prevenir mais.
Depois diferenciamos os tipos de leishmaniose, que no caso são duas: a tegumentar americana e visceral. Mostramos todos seus sintomas e sinais, que na tegumentar ataca a pele e a visceral os órgãos e o tratamento para ambas. Pra finalizar a aula, demos os métodos preventivos, associando sempre com o dia a dia do aluno e mostramos os dados da vigilância sanitária em Bandeirantes foi 05 casos em 2015 e 05 casos em 2016 (até agosto).

Objetivos:
Apresentar aos alunos as principais causas da Leishmaniose, assim como esclarecer as diferenças entre os dois tipos da doença, mostrando como se prevenir.

Experiência:
Aplicamos um questionário prévio com três perguntas que tem como intenção ver o que o aluno conhece em relação ao tema dado, para que depois ao final da aula fosse aplicado um mesmo questionário para que assim pudéssemos ver o que foi aprendido e diante disso analisar se houve uma mudança significativa no aprendizado, Além de levar alguns exemplares do mosquito palha, para que assim eles pudessem ver o mosquito e ter alguma idéia do que foi discutido.

QUESTIONÁRIO: 

1- A leishmaniose, tanto a tegumentar quanto a visceral, é transmitida pela:
(A) Fêmea do mosquito Lutzomyia.
(B) Fêmea do mosquito Aedes Aegypti.
(C) Macho e fêmea do mosquito Lutzomyia.
(D) Macho do mosquito Aedes Aegypti.

2- A leishmaniose afeta, atualmente, cerca de 400.000 pessoas em todo o mundo. A forma mais comum no Brasil, a leishmaniose tegumentar americana, vem aumentando em Minas Gerais. Esse crescimento se deve provavelmente:
(A) À construção de casas e o desmatamento, levando o vetor ás cidades.                                         
(B) À eliminação dos cães infectados que proliferam na periferia das cidades.
(C) À falta de higiene, o que permite o contágio com pessoas doentes.  
(D) Ao aumento da resistência do protozoário às vacinas existentes.
                                   
3- Assinale a alternativa que apresenta a principal diferença entre a Leishmaniose Tegumentar ou cutânea e a Leishmaniose Visceral ou calazar:
(A) A primeira causa lesões na pele, já a segunda afeta apenas o cérebro.
(B) A primeira causa lesões na pele, já a segunda afeta vários órgãos.
(C) A primeira afeta órgãos em geral, já a segunda afeta o pulmão.


(D) A primeira afeta órgãos em geral, já a segunda afeta o coração.



FOTOS:






terça-feira, 9 de agosto de 2016

COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR MAILON MEDEIROS - 2016


ÁGUA
Por:
Yawor, Evelyn e Juliana.

Conteúdos:
Foi desenvolvido no dia 24 de maio de 2016, o primeiro encontro com atividade expositiva, contendo uma dinâmica, com o intuito da interação entre os alunos e os professores. O material metodológico foi sendo estudado, desde quando houve o tema pautado (Bacia hidrográficas), que iria ser trabalhado ao decorrer do ano com seus subtemas.
A atividade teve início com uma dinâmica com a proposta de conhecer cada indivíduo que ali estava presente, por ser uma sala mista, de alunos com idades diferentes (ano escolar), foi então feito um círculo onde descreviam sobre suas características, seu nome, idade, entre outros, com auxílio de um rolo de barbante (teia do envolvimento). Após isso, os questionários foram aplicados para avaliarmos o conhecimento prévio do aluno sobre o tema que será trabalhado.
As atividades foram apresentadas e explicadas com o auxílio do quadro de giz e equipamento de multimídias. O tema dessa atividade foi “Água”, sendo abordados os conteúdos: conceituar água pura, potável e destilada; caracterizar a água em seus diferentes estados físicos e químicos; explorar os fenômenos que formam o ciclo; demonstrar a importância da água para os seres vivos; mostrar a distribuição da água no planeta, para isso utilizamos informações e dados que foram pesquisados para o desenvolvimento da atividade, questionamento e trocas de informações interagindo com os alunos. Logo após foi aplicado um quebra-cabeça sobre o ciclo da água, como atividade prática do conteúdo da aula. Por fim, aplicamos o questionário posterior, contendo as mesmas perguntas do questionário prévio, para fazer uma análise e obter resultados do rendimento dos alunos.

Objetivos:
Os objetivos do encontro se basearam em possibilitar aos alunos o entendimento, compreensão, e a importância dos conceitos básicos da água, focando os princípios de conscientização e introduzindo itens relevantes para os próximos encontros.

Experiência:

Para abordar os conteúdos de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula expositiva dialogada, os Pibidianos utilização, além de uma dinâmica de apresentação entre os alunos participantes e os docentes, atividades práticas, que foram dirigidas durante a aula. Esta atividade lúdica ofereceu aos alunos uma aula mais dinâmica e interativa, onde foi possível observar, de acordo com as respostas dos questionários, que se obteve um resultado satisfatório.

QUESTIONÁRIO:

1) O fato da água estar transparente e não ter cheiro, significa necessariamente que ela é potável?
a) Sim, pois esta não aparenta outras substâncias visíveis.
b) Sim, pois a água potável é inodora e incolor.
c) Não, pois a água pode estar imprópria para consumo humano.
d) Não, porque o cheiro e a cor influenciam.

2) A figura a baixo mostra o ciclo da água, complete:


1-A água EVAPORA para chegar até as nuvens.
2-CHUVA, NEVE E GRANIZO são formas de precipitação da água.
3-As plantas fazem TRANSPIRAÇÃO para que ocorra chuva.
4-O calor do Sol faz a água dos OCEANOS, RIOS E LAGOS evaporar.

3) De que forma a água do corpo das plantas passa para a atmosfera?
a) Na forma de floco de neve.
b) Na forma liquida.
c) Na forma de vapor.
d) Não passa para atmosfera.













VISITA UENP

Por: Ana Beatriz Motta, Evelyn Custódio, Flávia Briti, Isabela Giafferi, Juliana Bitencourt, Juliana Pareja, Layanne Francielle Oliveira, Lilian Ciro, Lorena Zanatta, Maria Helena Bruno, Yawor Peterman. 


Conteúdos: 

Os conteúdos ministrados abrangeram o uso e tratamento da água de forma teórica nas escolas, assime com isso foi desenvolvido uma aula prática para demonstrar como são feitas as análises da água, quais microrganismos que podem ser encontrados na água. Depois disso, diferenciar e conceituar água potável e não potável, mostrando para eles diversas ocasiões que a água pode se encontrar visualmente limpa, mas que estará contaminada. 
Modos corretos de se reutilizar a água da chuva, como a cisterna que foi explicada o seu principal objetivo de armazenar a água da chuva no modo de economizar água potável e mostrar para eles como é uma cisterna com a visita na UENP. 
Os tipos de doenças transmissíveis pela água, que pode prejudicar a vida das espécies onde mostrou para os alunos em placa de petri fungos e bactérias em desenvolvimentos que são encontradas nas águas.  

Objetivos: 

Os objetivos do encontro se basearam em possibilitar aos alunos o entendimento, compreensão, e a importância da análise da água, os conceitos que envolvem o tema e maneiras de economizar essa água com possibilidades acessíveis.  

Experiência:  

Esta atividade lúdica ofereceu aos alunos uma aula mais dinâmica e interativa, onde foi possível observar, o que pode ocorrer com uma água não tratada, quais microrganismos podem conter e possibilidades de utilização da água da chuva. 















CHUVAS E VENTOS
Por:
Lilian, Isabella, Layanne

Conteúdos:

O segundo encontro ocorreu no dia 31/05, e os conteúdos ministrados abrangeram o tema chuva e ventos, onde os pibidianos buscaram ensinar aos alunos a definição de chuva e como está ocorre, recapitulando desta formar o ciclo da água qual é de suma importância para entender tais fenômenos. Foi abordado também a melhor forma de captar e reaproveitar a água da chuva, demostrando materiais e métodos para confeccionar um reservatório conhecido como cisterna, na qual se utilizaria matérias recicláveis como galão de plástico, canos de pvc, com intuito de captar e armazenar essa agua podendo reaproveitar para lavagem de quintal, carros, irrigação entre outros. Os pibidianos exemplificaram também porque não pode ser utilizar água da chuva para beber e cozinhar, pois esta precisa ser tratada por conter microrganismos prejudiciais à saúde humana, como demostrando em pratica dentro da universidade. As etapas de tratamento apresentadas em sala de aula foram captação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e distribuição.
            Neste atividade foi trabalhado o processo de formação das nuvens que dependem da temperatura e da altura onde a nuvem se localiza, quanto maior a altura, menor é a temperatura. Visando todos os conteúdos já lecionados anexamos como forma de conscientização como a chuva chega até o lado sul do país, através do fenômeno dos rios voadores, que são definidos pelo trajeto das nuvens que saem do oceano atlântico carregadas e são levadas pelos ventos alísios e chega até a mata atlântica, onde se precipita e evapora novamente, a água  é levada para as cordilheiras precipitando-se também no leste destas e fazendo a curva vindo em direção ao centro-oeste, sul e sudeste do país.

Objetivos:
Os objetivos do encontro se basearam em possibilitar aos alunos o entendimento, compreensão, e a importância dos conceitos sobre águas pluviais e suas especificidades.


Experiência:

Para abordar os conteúdos de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula expositiva dialogada, os Pibidianos utilizaram de vídeos didáticos na explicação da cisterna e seus componentes e sobre os rios voadores como ocorre a dinâmica de chegada de agua até o sul do país, além de imagens expositivas, caça-palavras contendo o conteúdo da aula afim de fixar os termos mais importantes.
Foram entregados questionários pré e pós aula para levantamento de dados sobre o que os alunos aprenderam sobre o assunto, tivemos uma grande quantidade de erros no questionário e uma maior número de acertos no pós isso demostra o tanto de conteúdo aprendido.
Esta atividade lúdica ofereceu aos alunos uma aula mais dinâmica e interativa, onde foi possível observar, de acordo com as respostas dos questionários, que se obteve um resultado satisfatório.

QUESTIONÁRIO

  ÁGUAS PLUVIAIS

    1 )    A água da chuva pode ser reaproveitada de diversas maneiras. Porém não deve ser       utilizada para:
    a)    Descargas de vasos sanitários e lavagem de pisos.
          b)    Beber e cozinhar. 
         c)     Lavar carros e irrigar plantas.
         d)  Lavagem de máquinas industriais e construção civil.


2)    Os rios voadores são conhecidos por:
a)    Transportar nuvens carregadas com água para o centro-oeste, sudeste e sul do país
b)    Transportar neve em forma de nuvem para o centro-oeste, sudeste e sul do país.
c)    Transportar ventos fortes a cima de nós para o centro-oeste, sudeste e sul do país.
d)    Não transportar água em forma de vapor para o centro-oeste, sudeste e sul do país.


3)    A cisterna é utilizada principalmente para:
a)    Levar água da chuva para bueiros.
b)    Armazenar água da chuva para reuso.
c)    Levar água da chuva direto para enxurradas.
d)    Armazenar água da chuva para jogar fora.









SOLOS E RELEVOS
Por:
Flávia Briti, Lorena Zanatta.

Conteúdos:

O terceiro encontro ocorreu no dia 07/06, e os conteúdos desta aula abrangeram o tipos de: solos, relevos, intemperismo e o conceito de mata ciliar. O primeiro assunto abordado foram os tipos de solos, onde os pibidianos buscaram enfatizar quais características diferem um solo do outro, analisando a cor, textura, e porosidade destes. Foram apresentados 4 tipos de solos: humoso, calcário, argiloso e arenoso.
 Dando sequência, pra explicar o processo de formação dos solos, foi trabalhado o intemperismo, que nada mais é do que conjunto de processos mecânicos, químicos e biológicos que ocasionam a desintegração e a decomposição das rochas, ocasionando assim a diferenciação dos tipos de solos.
Outro tema abordado foram os tipos de relevo os quais são: planície, planalto, montanhas e depressões, que se distinguem por suas diferentes altitudes, onde planície possui altitude 0, ou seja, ao nível do mar, os planalto possui altitude acima do nível do mar, por exemplo. O próximo tema abordado foi sobre matas ciliares, as quais são vegetações que cercam rios, lagos, represas, nascentes, etc, cuja legislação prevê que sejam área de preservação.


Objetivos:
            Apresentar quais os principais tipos de solos, sua disposição, permeabilidade, e os processos que causam modificações nestes, assim como os principais tipos de relevos no Brasil, com ênfase no estado do paraná, além de conceituar mata ciliar e explicar sua importância.

Experiência:

Para abordar os conteúdos de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula expositiva dialogada, os Pibidianos responsáveis pela atividade, além de usar imagens didáticas e de fácil compreensão, disponibilizaram os conceitos mais importantes para os alunos, a fim de fixar os temas mais importantes. Após a exposição da aula, foi realizado um “Tour” com os alunos nas dependências do colégio Mailon Medeiros, o que possibilitou observar e identificar quais tipos de relevos e qual tipo de solo se encontravam no ambiente em questão, exemplificando de fora simples e didática os conteúdos, a fim de fixar melhor todos os conceitos aplicados em sala de aula.
Esta atividade lúdica ofereceu aos alunos uma aula mais dinâmica e interativa, onde foi possível observar, de acordo com as respostas dos questionários, que se obteve um resultado satisfatório.

QUESTIONÁRIO:

1) Matas ciliares são:
a) Áreas para cultivo de agricultura com fins econômicos.
b) Áreas protegidas, que ficam às margens de rios e lagos.
c) Áreas de propriedade rural reservadas para o turismo.
d) Áreas próximas à cidade reservadas para cultivar frutas.

2) Quais são os diferentes tipos de relevo
a) Planície, montanha, depressão e planalto.
b) Planícies, praia, lagoas e planaltos.
c) Montanha, rios, ventos e depressão
d) Depressões, montanhas, lagos e praia.

3) Relacione cada solo a suas características:
(1) Solo humoso
(2) Solo arenoso
(3) Solo calcário
(4) Solo argiloso
(3) É formado por partículas de rochas. É um solo seco e esquenta muito ao receber os raios solares. Inadequado para a agricultura.
(2) Possui consistência granulosa como a areia. Muito presente na região nordeste do Brasil, sendo permeável à água. É pobre em nutrientes.
(1) É bastante fértil, pois contém grande concentração de material orgânico em decomposição. É adequado para a agricultura.
(4) Possuí consistência fina e é impermeável a água. Este tipo de solo é bom para a prática da agricultura, principalmente para a cultura de café.

Assinale a alternativa que contem a ordem correta:
a) Humoso, Arenoso, Calcário e Argiloso.
b) Arenoso, Humoso, Argiloso e Calcário.
c) Calcário, Arenoso, Humoso e Argiloso.
d) Argiloso, Calcário, Arenoso e Humoso.











BACIAS HIDROGRÁFICAS

Por:
Maria Helena e Ana Beatriz.

Conteúdos:
Antes de começar as atividades foi aplicado um questionário prévio, para saber o conhecimento dos alunos sobre o assunto.
No início das atividades foi explicado os conceitos de redes e bacias hidrográficas, e consequentemente expondo seus subtemas: principais microbacias do município de Bandeirantes-PR; gestão de bacias hidrográficas; problemas que afetam os recursos hídricos.
As atividades foram apresentadas e explicadas com o auxílio do quadro de giz, equipamento de multimídias e cartazes feitos pelos pibidianos. Logo após a explicação dos conteúdos foi realizado uma dinâmica para melhor entendimento dos alunos, pois o conteúdo era complexo, na realização da dinâmica houve a participação de todos os alunos e pibidianos, onde foi montada uma rede hidrográfica com os participantes. Também foi realizado uma dinâmica com uma folha de couve, onde a vascularização da folha representava os componentes da rede hidrográfica.
E por fim, foi aplicado um questionário posterior contendo as mesmas questões do questionário prévio.

Objetivos:

O conteúdo visa a definição de redes e bacias hidrográficas, destacando as principais microbacias do munícipio de Bandeirantes-PR.

Experiência:

Para abordar os conteúdos de forma mais eficaz e otimizar o tempo de aula expositiva dialogada, os Pibidianos utilização, além de uma dinâmica de apresentação entre os alunos participantes e os docentes, atividades práticas, que foram dirigidas durante a aula. Esta atividade lúdica ofereceu aos alunos uma aula mais dinâmica e interativa, onde foi possível observar, de acordo com as respostas dos questionários, que se obteve um resultado satisfatório.


QUESTIONÁRIO:

1) Qual das alternativas abaixo é a maior bacia hidrográfica do mundo?
a) Bacia hidrográfica do Paraná.
b) Bacia hidrográfica do São Francisco.
c) Bacia hidrográfica do Paraguai.
d) Bacia hidrográfica Amazônica.

2) Qual o conceito de Rede Hidrográfica?
a) É o processo através do qual a água que um corpo possui é eliminada, motivada pelo aumento da temperatura.
b) É o nome do movimento permanente da água na Terra e subsolo sob a forma de vapor de água, água no estado líquido e gelo.
c) É o nome que se dá ao conjunto formado pelo rio principal, e por todos os seus afluentes e subafluentes.
d) É o nome que corresponde à saída de água numa dada área através de bombeamento ou da gravidade.

3) Quais impactos ambientais que afetam as bacias hidrográficas são causados pelo homem?
a) Desabamento de terras, queimadas, maremotos e tornados.
b) Mineração, desmatamento, contaminação do solo e queimadas.
c) Inundações, mineração, erupções vulcânicas, e terremotos.
d) Contaminação do solo, furacões, terremotos, e maremotos.






ENCERRAMENTO

Por: Ana Beatriz Motta, Evelyn Custódio, Flávia Briti, Isabela Giafferi, Juliana Bitencourt, Juliana Pareja, Layanne Francielle Oliveira, Lilian Ciro, Lorena Zanatta, Maria Helena Bruno, Yawor Peterman. 


A preparação das atividades de encerramento do Projeto PIBID são voltadas para atividades mais interativas, para que haja maior envolvimento entre os alunos das diferentes escolas juntamente com os professores. 
Foram realizadas quatro gincanas com os alunos: “corrida tripé”, “caça – palavras”, “corrida d'água” e “torta na cara”, a fim de obter maior fixação dos conteúdos transmitidos aos alunos no decorrer do projeto. Durante o desenvolvimento das atividades, foi possível observar que além de proporcionar interação entre os alunos, faz com que eles consigam responder as questões relacionadas aos conteúdos ministrados em sala de aula com clareza e, consequentemente passam a adquirir conhecimentos de uma forma mais didática e interativa. 

Objetivos: 

Os objetivos das gincanas na atividade de encerramento do projeto PIBID, são baseadas na possibilidade de proporcionar aos alunos o entendimento, compreensão e a importância dos conceitos que foram abordados em sala de aula. Introduzindo junto às atividades os conteúdos mais relevantes, para que eles possam relembrar as informações sobre os assuntos e assim adquirir mais conhecimento e aprendizagem. 

Experiência:

As atividades interativas como as gincanas de encerramento, oferecem maior integração e interação entre os alunos e professores. Além de proporcionar conhecimento, pois são baseadas nos conteúdos ministrados pelos pibidianos no decorrer do projeto. 
Portanto, foi possível observar grande participação dos alunos nas gincanas, os quais se mostraram interessados em desenvolvê-las. Vale ressaltar também, que essas atividades mais lúdicas tornam o ensinamento e a aprendizagem mais fácil, respondendo aos objetivos principais do projeto e proporcionando um resultado satisfatório.